Repertório para começar
Conhecer imagens, artistas e diferentes modos de representar o mundo.

PARA ESCOLAS
Uma proposta de aulas recorrentes de arte urbana e criatividade em que crianças e adolescentes desenvolvem suas criações e as compartilham com a comunidade escolar ao final de um ciclo.
Obras, exposições e intervenções dão forma às ideias e tornam o percurso visível. O projeto e o calendário são construídos em diálogo com a escola.
As imagens são conceituais e não documentam turmas reais.

ARTE EM DIÁLOGO COM A ESCOLA
Uma referência desperta uma pergunta. Um primeiro teste abre outro caminho. A continuidade oferece espaço para observar, experimentar e participar das escolhas ao longo do processo.
Conhecer imagens, artistas e diferentes modos de representar o mundo.
Investigar possibilidades e transformar ideias em escolhas de cor, forma e composição.
Criar a partir das próprias referências e conversar sobre o processo, individualmente e em grupo.
SEE · MAKE · SHARE
See · Make · Share aproxima o olhar, a prática e a conversa, dando espaço às ideias e ao processo.
Observar referências, imagens e linguagens da arte urbana.
Experimentar materiais, compor e desenvolver ideias.
Preparar a apresentação das criações e contar as escolhas e descobertas do percurso para outras pessoas.
DO PROCESSO À MOSTRA
Ao longo do ciclo, os estudantes observam referências, experimentam linguagens e desenvolvem trabalhos próprios. No encontro de encerramento, essas criações saem do processo de aula e são apresentadas à comunidade escolar.
Famílias e colegas podem conhecer as obras, ouvir as escolhas dos estudantes e perceber o caminho entre a primeira ideia e o resultado. Não é só mostrar o que ficou pronto: é dar lugar à autoria e ao percurso.

Exemplos de desfecho
Desenhos, pinturas e outras criações reunidos em uma mostra, com a voz dos estudantes acompanhando os trabalhos.
Uma obra construída pelo grupo, que reúne decisões, referências e contribuições individuais.
Um projeto pensado para um espaço da escola, com suporte e condições de realização definidos em conjunto.
Cada ciclo tem um desfecho para compartilhar. O formato da mostra, os suportes e o calendário são combinados com a escola.
PLANEJAMENTO EM CONJUNTO
Cada escola tem uma equipe e um jeito de ensinar. A School é uma proposta complementar: o primeiro passo é entender o que a instituição já faz, o que gostaria de ampliar e quais condições tornam o percurso possível.
Conversar sobre a etapa de interesse, objetivos e programação.
Considerar grupo, calendário, espaço, materiais, acompanhamento e o desfecho que será apresentado à comunidade escolar.
Organizar escopo, responsabilidades e condições comerciais para avaliação.
Definir os detalhes necessários com a equipe responsável, após aprovação.
PERGUNTAS FREQUENTES
Sim. A proposta é complementar e parte do que a escola já realiza, sem pressupor a substituição do ensino regular de Arte.
Sim. A materialização e o compartilhamento das criações fazem parte da proposta. Uma exposição, uma obra coletiva ou uma intervenção pode dar forma a esse encerramento, com apresentação à comunidade escolar. O formato e o calendário são combinados no planejamento do ciclo.
Observar referências, experimentar formas de criação e conversar sobre produções têm pontos de diálogo com objetivos de artes visuais da BNCC. A relação com cada etapa deve ser examinada no planejamento; isso não significa certificação nem cobertura integral do currículo.
O percurso culmina em criações para compartilhar, mas não se resume à pintura de um mural. A exposição de obras, a criação coletiva e a intervenção são caminhos possíveis; suportes e uso dos espaços são definidos com a escola.
Conte quais etapas sua escola deseja envolver. Turmas e adequação das atividades são pontos a avaliar na conversa sobre o programa.
O contraturno é um contexto a discutir. A viabilidade depende dos horários, do público e das condições de realização.
Equipe, materiais e responsabilidades precisam estar discriminados na proposta para avaliação da escola antes da contratação.
As formas de acompanhamento e compartilhamento devem ser combinadas na proposta, considerando as experiências e escolhas dos estudantes além da produção final.
VAMOS CONVERSAR
Vamos imaginar o que seus estudantes podem criar — e como apresentar esse percurso às famílias e à comunidade escolar? Conte o contexto e os objetivos da sua escola.
Conversar sobre a minha escola Conheça também a proposta para condomínios →